
O novo reduto de grafiteiros, a Spray Galeria, foi uma ideia do artista Rui Amaral e do colecionador José de Souza Queiroz para ampliar a visibilidade da obra de artistas procedentes da arte urbana no Brasil. Por isso na exposição inaugural REMÉDIO®, os cinco participantes são originários de coletivos, quatro dos quais do Tupinãodá – “Você é Tupi daqui ou Tupi de lá, Você é Tupiniquim ou Tupinãodá?” – verso que deu origem a este primeiro coletivo de rua, na década de 80, em São Paulo.
Além de inaugurar o concreto virgem do túnel da Avenida Paulista – primeiro graffiti em São Paulo –, o coletivo realizou uma série de intervenções polêmicas e bem-humoradas. O grupo criou o Beco do Batman, na Vila Madalena, local que se tornou posteriormente referência para os grafiteiros da cidade. Painéis produzidos com giz, o que dava aos trabalhos um caráter essencialmente efêmero, eram também uma das marcas do Tupinãodá.
Os cinco artistas reunidos na mostra – Carlos Delfino, Ciro Cozzolino, Marta Oliveira, Rui Amaral e Zé Carratu - pertencem à geração 80 e acabaram construindo uma carreira polivalente no universo criativo, sem perder de vista a produção artística independente, ao participarem de exposições e terem seus trabalhos em acervos de museus e instituições.
Ciro Cozzolino, que foi companheiro de Leonilson, quando morou na Europa, e participou da emblemática mostra Como vai você, Geração 80? mantém como atividade principal a pintura. Já Zé Carratu, um dos fundadores do Tupinãodá, é também prestigiado cenógrafo, assim como Marta Oliveira, a única da mostra advinda de outro coletivo, o Atelier Xarandu. Enquanto Carlos Delfino trocou os muros da cidade pela tridimensionalidade de infláveis gigantes, Rui Amaral continua na rua com o graffiti, desenvolvendo projetos sociais na periferia, além de conduzir sua produtora multimídia e agora a Spray Galeria.
(Fonte: Pool de Comunicação)
Mais informações aqui.
O novo reduto de grafiteiros, a Spray Galeria, foi uma ideia do artista Rui Amaral e do colecionador José de Souza Queiroz para ampliar a visibilidade da obra de artistas procedentes da arte urbana no Brasil. Por isso na exposição inaugural REMÉDIO®, os cinco participantes são originários de coletivos, quatro dos quais do Tupinãodá - “Você é Tupi daqui ou Tupi de lá, Você é Tupiniquim ou Tupinãodá?” – verso que deu origem a este primeiro coletivo de rua, na década de 80, em São Paulo.
Além de inaugurar o concreto virgem do túnel da Avenida Paulista – primeiro graffiti em São Paulo –, o coletivo realizou uma série de intervenções polêmicas e bem-humoradas. O grupo criou o Beco do Batman, na Vila Madalena, local que se tornou posteriormente referência para os grafiteiros da cidade. Painéis produzidos com giz, o que dava aos trabalhos um caráter essencialmente efêmero, eram também uma das marcas do Tupinãodá.
Os cinco artistas reunidos na mostra – Carlos Delfino, Ciro Cozzolino, Marta Oliveira, Rui Amaral e Zé Carratu – pertencem à geração 80 e acabaram construindo uma carreira polivalente no universo criativo, sem perder de vista a produção artística independente, ao participarem de exposições e terem seus trabalhos em acervos de museus e instituições.
Ciro Cozzolino, que foi companheiro de Leonilson, quando morou na Europa, e participou da emblemática mostra Como vai você, Geração 80? mantém como atividade principal a pintura. Já Zé Carratu, um dos fundadores do Tupinãodá, é também prestigiado cenógrafo, assim como Marta Oliveira, a única da mostra advinda de outro coletivo, o Atelier Xarandu. Enquanto Carlos Delfino trocou os muros da cidade pela tridimensionalidade de infláveis gigantes, Rui Amaral continua na rua com o graffiti, desenvolvendo projetos sociais na periferia, além de conduzir sua produtora multimídia e agora a Spray Galeria.





Responda o questionário e ajude a construir São Paulo






Arte para o povo brasileiro!
Parabéns!